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Abertura de Simpsons assinada por Banksy protesta contra o trabalho escravo

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A famosa introdução de “Os Simpsons” sempre trás um final diferente e divertido e no último dia 10 de outubro nos EUA foi exibida uma versão super interessante e polêmica. Assinada por Bansky, um fenomenal artista que surgiu no underground londrino, a introdução mostra trabalhadores orientais e crianças produzindo bonecos e dvds de Os Simpsons em condições de escravidão. Banksy acertou em cheio e criou um roteiro que critica o sistema de produção mundial de produtos para merchandising. Milhares de itens são produzidos por pessoas em situações degradantes e análogas a escravidão um problema que assola o mundo e que é esquecido sob os números de uma economia que não inclui as pessoas em sua balança. Este problema também existe no Brasil e como já relatado aqui no blog no artigo: “Escravidão é flagrada em oficina de costura ligada à Marisa” . A única saída pra esta situação absurda é nós consumidores exigirmos das empresas produtos livres de trabalho escravo e repensa...

Africa - Palavra Cantada

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https://www.youtube.com/watch?v=iChn3xdaPIQ

Como as pessoas do século passado imaginavam o mundo atual? Veja em imagens feitas por artistas há mais de 100 anos

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Como as pessoas do século passado imaginavam o mundo atual? Veja em imagens feitas por artistas há mais de 100 anos É preciso dar asas à imaginação para projetar o mundo daqui a 100 anos. Para as mentes de 100 anos atrás talvez fosse ainda mais difícil, já que naquele tempo não existiam tecnologias que hoje fazem parte de nossa vida cotidiana. Isso fica bem evidente com a descoberta de uma coleção de desenhos futuristas de grande valor histórico de Jean-Marc C...

Globo ensina Marina Silva a ser aceita pela Globo

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Num importante editorial, o jornal O Globo, de João Roberto Marinho, dá a receita para que a candidata do PSB seja admitida pelo establishment midiático; de acordo com a publicação, ela terá que dar uma guinada ao centro, como Fernando Henrique teria feito ao se aliar com Antônio Carlos Magalhães (o que, na verdade, foi uma guinada à direita) e Lula ao divulgar a Carta ao Povo Brasileiro, que o aproximou de empresários como José Alencar; para os Marinho, a escolha de Beto Albuquerque, financiado por empresas de transgênicos, armas e bebidas, já foi um passo nessa direção; no entanto, as contradições emergem; "ele e Marina fazem a aliança da gasolina com a caixa de fósforos", adverte o Globo, antes de concluir que  "nem tudo que é inflamável explode" 23 de Agosto de 2014 às 16:01 247 - As Organizações Globo publicaram, neste sábado, um editorial que ensina o que a candidata Marina Silva, do PSB, deve fazer para ser aceita pelas Organizações Globo e, assi...

A morte de um presidenciável e a farsa eleitoral

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Ano XIII, nº 136, 2ª quinzena de Agosto de 2014 Fausto Arruda Noves fora o drama humano que representou o trágico acidente no qual perderam a vida o candidato a presidente Eduardo Campos, quatro pessoas de sua equipe e os dois pilotos, a disputa da farsa eleitoral, do ponto de vista de uma eleição de Partido Único com quatro sublegendas, segue em frente. Enquanto as equipes de busca procuravam juntar os restos mortais do presidenciável extinto, o monopólio de imprensa desfilava em suas páginas e em seus canais televisivos um verdadeiro show de hipocrisia e enxurradas de lágrimas de crocodilo. Tudo na ávida tentativa de transformar o pranteamento do morto em vantagem eleitoral a seu favor. Especialmente Luiz Inácio, Dilma Rousseff e Aécio Neves. Neste tema, a história do velho e podre Estado brasileiro está repleta de páginas em que mortes trágicas foram utilizadas para manipular o sentimento das massas, muitas vezes provocando viradas no ru...

Senso Incomum: Perigo da criminalização judicial e quebra do Estado Democrático de Direito

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O alerta de Alessandro Baratta: afinal, o que queremos? No final dos anos 1990, o grande criminólogo Alessandro Baratta esteve em Porto Alegre participando de um simpósio sobre criminologia e feminismo. Em pauta a violência contra as mulheres e minorias. As mulheres presentes, a expressiva maioria professando um pensamento progressista, tinham um objetivo: criminalizar duramente os delitos desse jaez. Baratta, homem de militância progressista, no início de sua conferência, fez a seguinte reflexão: neste congresso demonstramos um alto grau de esquizofrenia. Em sentido amplo, todos queremos um direito penal mínimo e o máximo de liberdade; todavia, quando atingidos pela situação, ou seja, em sentido estrito (referindo-se às mulheres e minorias), queremos o mais alto de punição. Assim, ao mesmo tempo manifestamos a nossa descrença no direito penal e entoamos uma ode em seu louvor, pugnando pelo máximo de punição. Afinal, perguntou: “o que queremos”? [1] Passados tantos anos...

Quem tem medo de Marina?

Viúva política de Eduardo Campos, a coerência dela assusta a quase todos. Não é normal no Brasil RUTH DE AQUINO 15/08/2014 21h38 Os olhos de Marina Silva falaram muito na semana passada. Sombrios, avermelhados, estavam ora cabisbaixos, ora elevados ao céu em conversa particular com seus santos. Nenhuma maquiagem. Acima dos olhos, as sobrancelhas espessas, sem depilação. Abaixo dos olhos, as olheiras escuras, sem disfarce. O coque, a echarpe preta, a austeridade, sem choro ou afobações. Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima, nascida no Acre em fevereiro de 1958, filha de seringueir...