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Mostrando postagens de novembro, 2014

Rosane Malta "Collor tinha conta na Suíça"

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"Collor tinha conta na Suíça" Ex-primeira-dama diz que resolveu escrever um livro sobre a vida ao lado do ex-presidente para mostrar sua versão da história. Na obra, afirma que o atual senador mandava dinheiro para o exterior e mantinha conta conjunta com o ex-tesoureiro PC Farias por Izabelle Torres O QUE VI E VIVI "Queria ter tido filhos com Collor, mas ele sempre dizia que não era o momento" A ex-primeira-dama Rosane Malta foi por 22 anos a companheira de Fernando Collor e sua cúmplice em rituais de magia negra e reuniões secretas realizadas quase sempre na Casa da Dinda, em Brasília. Separada há nove anos p

"Liberdade religiosa ou crueldade?"

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Ritual hindu sacrificará 500 mil animais no sul do Nepal André Nicolau em 28 de novembro de 2014 às 9:59 Realizado a cada cinco anos, ritual reverencia Gadhimai, a deusa do poder Nesta sexta-feira, aproximadamente um milhão de fiéis da religião hindu se reunirão em um remoto templo ao sul do Nepal, para homenagear a deusa Gadhimai. Entre rezas, ofertas e outros rituais, o culto será marcado por um peculiar detalhe: o maior sacrifício de animais do mundo. Realizado a cada cinco anos, o líder religioso do templo conduzirá as preces e também protagonizará um ato de oferecimento de sangue humano antes do sacrifício dos animais. O ritual segue até sábado. Da última vez que foi realizado, em 2009, cerca de 250 mil búfalos, cabras, ovelhas e galinhas foram executados pelas espadas de religiosos, acompanhado por milhares de pessoas. Gadhimai, a Deusa do Poder Na religião hindu, Gadhimai é conhecida como a deusa do poder, levando seus devotos a praticarem o sacri

Em mega-operação, policiais espancam e atiram balas de borracha contra os Pataxó

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Reprodução/Cimi Uriba Pataxó informou que há muitos indígenas desaparecidos nas matas que estavam fugindo do ataque da Polícia; O representante da Funai na região, Tiago de Paula, estava na área e, segundo indígenas, também foi agredido 27//11/2014 Do Cimi Em ação truculenta para cumprir mandado de reintegração de posse na Aldeia Boca da Mata, a Polícia Federal com apoio da Polícia Militar e Civil do Estado da Bahia, disparou balas de borracha e bombas de gás contra os indígenas Pataxó. Segundo relatos, os policiais não pouparam nem crianças e mulheres, em ação realizada por volta de 5 horas da manhã, nesta quarta-feira (26).  Uriba Pataxó informou que há muitos indígenas desaparecidos nas matas que estavam fugindo do ataque da Polícia. O representante da Funai na região, Tiago de Paula, estava na área e segundo indígenas ele também foi agredido.

Historiadores traduzem unica autobiografia escrita por ex-escravo que viveu no Brasil

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Mahommah Gardo Baquaqua, nascido no Norte da África no início do século XIX, trabalhou no país antes de fugir em Nova York por Leonardo Vieira RIO - “Que aqueles ‘indivíduos humanitários’ que são a favor da escravidão se coloquem no lugar do escravo no porão barulhento de um navio negreiro, apenas por uma viagem da África à América, sem sequer experimentar mais que isso dos horrores da escravidão: se não saírem abolicionistas convictos, então não tenho mais nada a dizer a favor da abolição.” As palavras são de Mahommah Gardo Baquaqua, ex-escravo nascido no Norte da África no início do século XIX e que trabalhou no Brasil antes de fugir das amarras da servidão em Nova York, em 1847. O trecho consta do livro “An interesting narrative. Biography of Mahommah G. Baquaqua” (“Uma interessante narrativa: biografia de Mahommah G. Baquaqua”, em tradução livre), lançado assim mesmo, em inglês, pelo próprio ex-escravo, em Detroit, no ano de 1854, em plena campan

Chega de Fiu Fiu: um documentário sobre cantadas e assédio sexual

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  Há pouco mais de um ano, escrevi aqui no Questão de Gênero um  texto comentando os resultados de uma pesquisa realizada pelo Think Olga , em que a grande maioria das entrevistadas afirmaram não gostar de “cantadas” e disseram sentir medo. A pesquisa foi uma polêmica, mas abriu espaço para que o assunto fosse mais discutido no Brasil, e agora o Think Olga retorna com uma nova proposta: um documentário sobre o tema. Por Jarid Arraes no Questão de Gênero   Literatura de Cordel exclusiva sobre o tema, em parceria com o Think Olga. Para receber, é necessário contribuir com o projeto, fazendo uma doação. A equipe responsável criou um projeto no Catarse , onde pedem a contribuição do público para que o documentário “ Chega de Fiu Fiu ” possa ser realizado, finalizado e distribuído. Em menos de 24 horas a primeira meta foi atingida, evidenciando a necessidade de se mostrar a realidade sobre as ditas “cantadas” e como são, na verdade, uma forma de violência contra as mulh

Há 20 anos Brizola ganha da Globo num momento que entrou para História da TV brasileira

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"Cid Moreira, a voz do dono, a voz do Grande Irmão, a voz que surgiu do AI-5, voltou-se contra si mesma. Foi um daqueles momentos que servem como símbolos, como instantâneos da história. Cid Moreira falou, e falou e falou, contra Roberto Marinho. Foram três longos minutos, contra a Globo, no Jornal Nacional. O redator era Leonel Brizola, que ganhou direito de responder ao ataque que havia recebido do mesmo Jornal Nacional, que o chamou de senil." https://www.youtube.com/watch?v=ObW0kYAXh-8

THE WALL : ASPECTOS DA VIOLÊNCIA SIMBÓLICA NA EDUCAÇÃO (Cínthia Morelli Rosa)

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Cínthia Morelli Rosa 440 RESUMO: O presente artigo aborda a questão da dominação simbólica, especialmente a violência simbólica vinculada à Educação. Tem como aporte teórico os estudos do filósofo francês Pierre Bourdieu (1994, 1998 e 2007). A proposta de análise refere-se à constante presença da violência no ambiente escolar, principalmente quando esta acontece de forma velada e com interesses específicos da classe dominante, caracterizando-se como violência simbólica. Com o objetivo de contribuir com o estudo, apresentamos um trecho do filme Pink Floyd The Wall, quando este envolve uma situação escolar. mbólica, especialmente a Continua em: http://www.unioeste.br/travessias/EDUCACAO/THE%20WALL.pdf 1

“O Sexo e as Nega”. Amanhã, o que será?"

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Semana da Consciência Negra O racismo se mantém no espaço midiático O contexto ´é de baixa representação e estigmatização da população negra brasileira. Hoje, denunciamos o seriado “O Sexo e as Nega”. Amanhã, o que será? o Atrizes do seriado O Sexo e as Negas, exibido pela Globo *Por Cecília Bizerra Mais um 20 de novembro e seguimos em resistência, seguimos em urgente e necessária luta. Porque os estigmas, estereótipos e representações sobre o feminino negro nos mais diversos espaços, sobretudo na mídia, se repetem, se atualizam e se recriam. Não só em termos de conteúdo, mas também de apresentação e articulação, encontrando ressonância, inclusive, entre os nossos parceiros de militância, como aconteceu recentemente com o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). O deputado Jean recebeu críticas de quem luta contra a estereotipação do corpo da mulher negra. O parlamentar concordou com a representação cultural que continua a colocar os corpos femininos negros

Como os bandeirantes paulistas destruíram o Quilombo dos Palmares e mataram Zumbi

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(A Guerra dos Palmares, óleo de Manuel Vítor, 1955) Em seu afã de continuar a escrever a história sob a ótica dos vencedores, autores de direita têm se notabilizado por divulgar que no Quilombo dos Palmares também havia negros escravizados. Uma “descoberta” que não chega nem a ser novidade: já aparece no clássico O Quilombo dos Palmares , do baiano Edison Carneiro (1912-1972), publicado em 1947 (leia aqui ). “Os escravos que, por sua própria indústria e valor, conseguiam chegar aos Palmares, eram considerados livres, mas os escravos raptados ou trazidos à força das vilas vizinhas continuavam escravos. Entretanto, tinham uma oportunidade de alcançar a alforria: bastava-lhes levar, para os mocambos dos Palmares, algum negro cativo”, diz o livro. Mas qual seria o interesse da direita em desmerecer os quilombos, especialmente Palmares, como sociedades em que os negros podiam ser livres do domínio branco, chefiados por si mesmos e c

Brasil tem 155 mil pessoas em situação de escravidão, diz ONG

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Escravidão moderna afeta quase 36 milhões de pessoas no mundo Quase 36 milhões de homens, mulheres e crianças - 0,5% da população global - vivem em situação de escravidão moderna no mundo, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira pela organização de direitos humanos Walk Free Foundation. O Brasil, apesar de ter um dos menores índices de escravidão do continente americano (atrás de Canadá, EUA e Cuba), ainda abriga 155,3 mil pessoas nessa situação, que abrange desde trabalho forçado ou por dívidas, tráfico humano ou sexual até casamentos forçados, em que uma das partes é subserviente. "Depois da Europa, o continente americano é a região com a menor prevalência de escravatura moderna no mundo. Ainda assim, cerca de 1,28 milhão de pessoas (no continente) são vítimas de escravatura, na sua maioria por meio do tráfico sexual e exploração labor

Visão caricatural da escravidão contribui para a persistência do problema, dizem pesquisadores

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Ricardo Rezende Estudiosos reunidos em encontro realizado em São Paulo destacaram que ideia do escravo preso a correntes impede o reconhecimento dos mecanismos sutis de servidão, inclusive por parte da Justiça 14/11/2014 Por Thais Brianezi Da Repórter Brasil A 7ª Reunião Científica sobre Trabalho Escravo Contemporâneo e Questões Correlatas, iniciada em São Paulo na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) na última quarta-feira, 11, aponta um grande desafio para a erradicação dessa prática criminosa no Brasil: desfazer a imagem caricatural que grande parte da nossa sociedade, inclusive muitos juízes, tem em relação à escravidão contemporânea. Não é uma tarefa fácil. E um exemplo da dificuldade está no levantamento feito por Mariana Armond Dias Paes, mestre em Direito pela Universidade de São Paulo (USP). Em sua dissertação, ela analisou 52 ap