Um pouco sobre a História ao longo dos tempos (séculos) até os dias atuais.
Olá! Mamãe, peço-lhe se possível aparar ou trançar o cabelinho dos meninos, eles são lindos, mais…
Gerar link
Facebook
X
Pinterest
E-mail
Outros aplicativos
Um bilhete em que uma profissional de educação pede a uma mãe que apare ou trance o cabelo de seus filhos, ambos negros, provocou revolta da família e está causando polêmica nas redes sociais.
“Olá! Mamãe Débora, peço-lhe se possível aparar ou trançar o cabelinho dos meninos, eles são lindos, mais (sic) eu ficaria mais feliz com o cabelo deles mais baixo ou preso. Beijos, Fran”, diz o bilhete.
Débora considerou o recado uma expressão de preconceito racial e fez um post em tom de desabafo: “Meus filhos Antônio e Benício foram vítimas de preconceito por causa do cabelo deles, recebi essa mensagem na agenda escrita pela coordenadora da escola que até então tinha meu respeito, daqui em diante…” A mensagem se espalhou, compartilhada por amigos, amigos de amigos e pessoas que ela nem conhece.
Ela foi procurada pela escola e, na segunda-feira, 20 de junho, esteve no colégio acompanhada de seu advogado. A diretora Eliane Nascimento, proprietária do educandário que leva seu nome, disse então que só falaria com a mãe também acompanhada de um advogado, e nova reunião foi marcada para esta quarta-feira, 22 de junho.
Além dos gêmeos, outro filho de Débora, de 2 anos, também é aluno do educandário. Há sete meses, ela perdeu o filho caçula, de apenas oito meses.
À BBC Brasil, Eliane Nascimento defendeu o tom do bilhete e disse que ele, em intenção ou expressão, não é mostra de qualquer tipo de preconceito racial da coordenadora, que é sua filha.
Segundo Eliane, há um surto de piolhos na escola, e o alerta da coordenadora foi no sentido de proteger os gêmeos, por entender que eles, com os cabelos cheios, ficam mais sujeitos a serem contaminados por colegas que têm piolhos.
Segundo ela, o tema “piolho” não apareceu no bilhete porque as crianças às vezes são buscadas por outra pessoa da família, e a coordenadora não quis falar do problema diretamente.
‘Sem preconceito’
“De modo algum houve preconceito. Meu marido é negro. Aqui na escola aceitamos pessoas de todas as etnias e religiões, sem discriminação”, afirmou Eliane. Ela afirmou ainda que a infestação de piolhos foi um dos temas da reunião de pais realizada no dia 3 de junho, e que uma circular foi enviada aos pais pedindo ajuda para combater o problema.
Segundo Eliane, o educandário existe há 20 anos e tem cerca de 300 alunos, da educação infantil ao 9º ano.
Débora Figueiredo disse que recebeu a circular com o aviso do surto de piolhos, mas que o bilhete não é a mesma coisa, por se tratar de um recado específico sobre os cabelos dos gêmeos e sem falar em piolhos.
“Eu mesma fui vítima de muito preconceito quando criança. Os colegas faziam música, me chamavam de nomes, eu chorava, brigava, apanhava… Sofri muito. Meus pais sempre me diziam que eu era linda, mas nunca agiram diretamente no colégio. Não quero que a história se repita com meus filhos”, afirmou Débora, que está à procura de uma nova escola para as crianças.
Rebecca Reichmann Tavares Em 2006, o Unifem, precursor da atual Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), e a Fundação Ford apoiaram a publicação de “O Progresso das Mulheres no Brasil”, produzido pela Cepia – Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação, uma organização feminista de ponta, do Rio de Janeiro. Aquele relatório tornou-se uma referência clássica para a análise de gênero no Brasil, reunindo o melhor do pensamento de estudiosas, militantes e analistas políticas feministas sobre a década anterior. Agora, a ONU Mulheres e a Cepia se juntam novamente para produzir uma atualização do “Progresso”, que reflita uma análise atual das importantes transformações conjunturais que impactaram a vida das mulheres brasileiras nos últimos dez anos. Em 2010, o Brasil registrou um crescimento econômico de 7,5%, beneficiando-se de novas descobertas de petróleo, grande crescimento da demanda por commodities e estabilidade econômica...
Membros da Divisão de Artilharia Canet posando para foto na cidade de Monte Santo, base das operações do exército brasileiro na Guerra de Canudos. Na foto estão as temidas "matadeiras", apelido dado aos canhões Withworth 32, usados na última expedição militar enviada a Canudos, 1897 (Flávio de Barros/Acervo Museu da República). O sertão nordestino possui uma paisagem muito particular e hostil. Desde os tempos do Império se discute formas de como solucionar a miséria daqueles que habitam a região, entretanto, até hoje muito pouco se fez por essas pessoas. Foi neste cenário de descaso que uma figura mística conseguiu reunir dezenas de milhares de seguidores e fundar no antigo povoado de Canudos o Arraial de Belo Monte. Lá, se desenvolveu um sistema autossuficiente baseado em cooperativismo. O sucesso de Belo Monte se tornou cada vez mais evidente quando seus habitantes passaram a ir a outras cidades vender excedentes de produção, tornando-se o ce...
MÁFIA ITALIANA | 10 de outubro de 2016 A lenda dos três cavaleiros espanhóis. Sangue que jorra, punhais e beijos: como se entra nas organizações criminais? O ritual se chama “punciuta” , que consiste em fazer sair algumas gotas de sangue que devem cair sobre um santinho para queimar. Com a promessa de que suas carnes queimarão como as chamas em caso de traição. É uma das partes finais do juramento para o “batismo mafioso” , que marca a entrada de um novo membro a honrada sociedade . O ritual é de fundamental importância, uma única impressão digital, elementos e terminologias recorrentes no tempo e no espaço. Referências a Garibaldi A frase ‘Il Buon Vespero’ abre todas as cúpulas até agora conhecidas ; e a referências explicitas a Garibaldi (patriota italiano), Mazzini (político) e La Marmora (general) são até mesmo documentados nas escutas telefônicas da Polícia italiana do Ros em seguida, tornada pública em 18 de novembro de 2014 durante uma grande...
Comentários
Postar um comentário